A Disciplina do Desânimo

A Disciplina do Desânimo

“Ora, nós esperávamos… mas depois de tudo isto, é já este o terceiro dia…” Lc. 24.21

Como Vencer o Desânimo

Todos os fatos citados pelos doze eram fiéis e fidedignos; mas, as suposições que eles tiraram desses fatos eram quase sempre errôneas. Tudo o que cheira a desânimo espiritual está errado na raiz. Se a depressão e a opressão me fazem oscilar, sou o principal culpado dela. Deus não tem essa culpa; nem ele, nem ninguém mais pode ser apontado como responsável por ela. O desânimo tem uma de duas possíveis origens: ou a satisfação ou insatisfação de um desejo. Em qualquer dos casos, o desânimo é a consequência direta dessa forma de pensar. O desejo diz: “tenho que obter isto já”. O desejo instigame a exigir uma resposta imediata de Deus também, em vez de buscá-Lo e achá-Lo acima de tudo, em resposta válida. O que estou querendo ou mesmo esperando que Deus faça por mim? Hoje também já é o terceiro dia para mim e ele também não fez o que eu esperava dele? Posso sentir-me e achar-me justo e justificado contra Deus assim
desse modo, justificando o meu desânimo? Sempre que insistirmos para com Deus em relação a uma resposta logo ali, estamos fora de curso. O verdadeiro sentido de toda a oração torna-se sempre claro desde que nos cerquemos e tomemos posse de Deus e não da resposta em si.

Buscamos visões do céu, terremotos e trovões do poder de Deus. E a realidade é que nunca nos passa pela cabeça que Deus está todo o tempo presente nas coisas que nos cercam. Se formos obedientes e cumprirmos aquele dever colocado logo ali diante de nós, veremos Deus. Uma das revelações mais maravilhosas de Deus vem a nossa vida quando descobrimos que é nas coisas do dia a dia que a divindade de Jesus Cristo melhor se manifesta.

Tudo para Ele!

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